A Vale inaugura nesta quinta-feira, 6, às 9h, um novo Centro de Desenvolvimento Técnico voltado à formação de profissionais da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), em Ipatinga (MG). O Centro possui simuladores que recriam situações operacionais, antecipam diferentes cenários e avaliam o nível de resposta dos profissionais. Ao todo, cerca de 380 empregados deverão ser treinados no local. O investimento contribui para consolidar a EFVM entre as ferrovias mais seguras e eficientes do Brasil.

“As cabines podem simular todas as funções que o maquinista executa durante uma viagem real do trem, em um ambiente seguro e controlado. O cenário é programado para que ele seja desafiado a executar a melhor condução possível e todas as suas ações são avaliadas de forma automática. Podemos comparar com um simulador para obtenção de carteira de motorista, porém, adaptado à realidade da ferrovia”, diz Eduardo Soares, gerente de Operações da Vale.
O treinamento é voltado para formação de maquinistas, oficiais de operação, controlador de pátios, controladores de tráfego, entre outros profissionais da empresa. É dividido em módulos, de acordo com a necessidade técnica, totalizando mais de 130 horas de preparação.
Este modelo de simulador foi desenvolvido no Brasil, fruto de uma parceria entre a Vale e a Universidade de São Paulo. Além de Ipatinga, também está presente na Unidade Tubarão, em Vitória (ES), e nas operações da empresa no Maranhão, onde é usado no treinamento de equipes que atuam na Estrada de Ferro Carajás (EFC). Desde que passou a ser utilizada, a tecnologia contribuiu para a realização de 1,5 mil capacitações na Estrada de Ferro Vitória a Minas.
Segurança ferroviária
Além da capacitação de pessoal, a Vale investe em diversas frentes voltadas à segurança ferroviária. Além da construção e manutenção de travessias oficiais, a empresa realiza campanhas de sensibilização da população a respeito dos comportamentos seguros que devem ser adotados no convívio com a ferrovia.
Entre as orientações que são compartilhadas com as comunidades, estão os cuidados ao atravessar a ferrovia, como parar, olhar e escutar; a necessidade de respeitar a sinalização e manter a distância segura dos trilhos.