
play_arrowRádio Vale do Aço A Rádio da familia cristã
play_arrowTransporte coletivo será gratuito no dia das eleições em Ipatinga Redação RVA
play_arrowPesquisadores iniciam nova busca à Arca de Noé Redação RVA
play_arrowEstudo aponta crise do catolicismo na França Redação RVA
play_arrowMais de 3 mil acidentes já foram registrados em Ipatinga este ano Redação RVA
play_arrowIpatinga leiloa quase 50 itens em outubro Redação RVA
play_arrowOito em cada dez brasileiros rejeitam discussões políticas dentro de igrejas Redação RVA
play_arrowIBGE planeja incluir atividades ilícitas no cálculo do PIB Redação RVA
play_arrowPrimavera dos Museus em Ipatinga Redação RVA
play_arrowPrefeitura de Ipatinga abre Semana Nacional do Trânsito Redação RVA
play_arrowSTF decide sobre investigação contra Alexandre de Moraes Redação RVA
play_arrowSTF decide sobre investigação contra Alexandre de Moraes Redação RVA
Oferecimento, Tudo Bom, Salão Linda Ipatinga e Reforçar.
Da Redação RVA – Fonte Noah’s Ark Scans
Formação Durupınar, de 157 metros, é alvo de novos estudos geofísicos e perfurações; pesquisadores buscam determinar a origem das estruturas encontradas no subsolo
Uma nova investigação arqueológica e geofísica voltou a colocar a Formação Durupınar, na Turquia, no centro das discussões sobre uma possível localização relacionada à Arca de Noé.
A estrutura, com aproximadamente 157 metros de comprimento, está localizada no distrito de Doğubayazıt, na província de Ağrı, próximo ao Monte Ararat. O local apresenta um formato semelhante ao de uma grande embarcação e há décadas é estudado por pesquisadores e exploradores.
Os trabalhos atuais são conduzidos por pesquisadores da Universidade Sivas Cumhuriyet, em parceria com o grupo Noah’s Ark Scans, com autorização das autoridades turcas para a realização dos estudos.
Apesar do interesse religioso e histórico em torno do local, os pesquisadores ainda não afirmam que a formação seja a Arca de Noé. O objetivo da investigação é determinar, por meio de métodos científicos, o que existe no subsolo e qual é a origem da estrutura.

A investigação utiliza técnicas que permitem analisar o terreno sem realizar imediatamente grandes escavações.
Entre os métodos empregados estão o georradar (GPR), a tomografia de resistividade elétrica (ERT), o LiDAR e análises químicas de amostras de solo.
Segundo os responsáveis pelo projeto, levantamentos geofísicos identificaram anomalias subterrâneas com ângulos retos, incluindo possíveis compartimentos localizados a aproximadamente 9 metros de profundidade.
Esses resultados despertaram o interesse da equipe porque estruturas com formas regulares podem indicar alterações provocadas por atividade humana. No entanto, somente novas análises e eventuais escavações poderão determinar a natureza dessas anomalias.
Outro elemento analisado pelos pesquisadores são amostras de solo coletadas na região.
Segundo os responsáveis pelo estudo, análises laboratoriais realizadas a partir de amostras coletadas em 2024 identificaram uma concentração de matéria orgânica significativamente maior em determinadas áreas da formação em comparação com o solo externo.
A equipe afirma que a diferença chegou a aproximadamente três vezes a concentração encontrada em áreas de referência.
O dado, porém, não comprova por si só a existência de uma estrutura construída pelo homem. A matéria orgânica pode ter diferentes origens e precisa ser analisada em conjunto com os demais resultados geológicos e arqueológicos.
A Formação Durupınar tornou-se conhecida internacionalmente a partir do século XX.
A estrutura ganhou destaque depois de ter sido identificada em imagens aéreas na década de 1950. Em 1959, o capitão da Força Aérea Turca İlhan Durupınar fotografou a formação durante um voo de reconhecimento e mapeamento.
Desde então, diferentes grupos passaram a investigar o local.
Uma das primeiras tentativas de exploração utilizou equipamentos pesados e chegou a empregar explosivos, mas não encontrou uma estrutura identificada como uma embarcação.
Na década de 1980, o explorador Ron Wyatt também realizou investigações na região e divulgou imagens de radar que, segundo ele, indicariam a presença de estruturas abaixo da superfície.
As interpretações de Wyatt, entretanto, não são consideradas consenso pela comunidade arqueológica.
Além da própria formação, os pesquisadores estão analisando grandes pedras perfuradas encontradas na região do povoado de Arzap.
A equipe associada ao projeto interpreta algumas dessas pedras como possíveis âncoras de arrasto, utilizadas por embarcações antigas para auxiliar na estabilização durante a navegação.
A interpretação também permanece sob investigação e precisa ser confrontada com estudos arqueológicos independentes sobre a idade, origem e função dos objetos.
As próximas etapas do projeto devem envolver perfurações mais profundas, coleta de novas amostras e utilização de equipamentos capazes de produzir imagens do interior da formação.
Segundo os responsáveis pelo Noah’s Ark Scans, um robô também poderá ser utilizado para registrar imagens das áreas subterrâneas identificadas pelos levantamentos geofísicos.
A equipe pretende comparar amostras de rochas e solos para verificar se existem materiais que apresentem sinais de processamento humano ou características incompatíveis com a formação geológica natural da região.
A estratégia adotada é evitar grandes escavações antes que os levantamentos geofísicos e as perfurações indiquem áreas prioritárias para investigação arqueológica.
Essa continua sendo a principal pergunta em torno da Formação Durupınar.
A semelhança do terreno com o formato de uma embarcação e as anomalias identificadas no subsolo alimentam o interesse de pesquisadores e de grupos cristãos que consideram a possibilidade de a estrutura estar relacionada ao relato bíblico do dilúvio.
Entretanto, até o momento, não existe comprovação arqueológica aceita de que a Formação Durupınar seja a Arca de Noé.
A investigação atual poderá produzir novos dados sobre a origem da formação, sua composição e eventuais estruturas existentes abaixo da superfície. Esses resultados serão importantes para determinar se as anomalias possuem origem natural ou se apresentam evidências de intervenção humana.
Jornalismo da Rádio Vale do Aço — A estação da Família Cristã!

Fernando Túlio
Jornalista DRT nº 024171/MG
Written by: Redação RVA
Arca de Noé arqueologia bíblica dilúvio bíblico evidências da Arca de Noé Formação Durupınar Monte Ararat Noah's Ark Scans Turquia Universidade Sivas Cumhuriyet
Vale do Aço Noticias. Oferecimento, Tudo Bom, Salão Linda Ipatinga e Reforçar. Da Redação RVA - Fonte Estudo do ECLJ A França, historicamente conhecida como a “filha primogênita da Igreja”, atravessa uma profunda transformação religiosa. Um estudo divulgado pelo Centro Europeu de Direito e Justiça (ECLJ) aponta forte declínio do catolicismo no país e denuncia o que classifica como situações de injustiça e discriminação contra cristãos. Intitulado “O Sofrimento e

São sessenta minutos pra você curtir sem parar...
close